Os filhos que o Brasil tira de suas mães

The Intercept Brasil

 

O Brasil está tirando crianças indígenas de suas mães e colocando para adoção. “Pode ir perdendo as esperanças”, ouviu a kaiowá Élida Oliveira, que teve o filho levado com oito dias de vida. No MS, já foram 50 casos: https://bit.ly/2vcomMN

Vídeo por Luiza Calagian

English version for The Intercept

available here: https://interc.pt/2MDbTwi

Prisões provisórias, danos permanentes

Agência Pavio especial para Brasil de Fato

 

Barbara Querino, de 18 anos, já estava presa há sete meses em São Paulo quando teve a primeira audiência com um juiz. Ela afirma ter sido detida como "castigo" depois que policiais tentaram extorquir seu irmão, Wesley Querino, acusado de integrar uma quadrilha de roubo de veículos.

https://goo.gl/ALdTR9

Vídeo por Luiza Calagian

Amissima, a sofisticada grife que faz roupas com trabalho escravo

The Intercept Brasil

 

Visitamos duas oficinas que produzem exclusivamente para a Amissima. Encontramos um ambiente abafado, degradante e perigoso, em que os funcionários recebem menos de um salário mínimo para trabalhar mais de 13 horas por dia: https://interc.pt/2EAYp0b

Imagens por Luiza Calagian

Nduduzo - a cantora que o Brasil quer expulsar

The Intercept Brasil

 

Cantora foi usada como "mula" e cumpriu pena em São Paulo. Seu objetivo, agora em liberdade, é continuar no Brasil e servir de exemplo para outras mulheres egressas do sistema prisional. Isso se ela não for expulsa do país, como quer o Ministério da Justiça: https://interc.pt/2Mvm9Xg

Vídeo por Luiza Calagian

The intercept Brasil entrevista Silvia Federici

The Intercept Brasil

“A igreja e o estado nem sempre condenaram o aborto”. A historiadora Silvia Federici falou ao Intercept Brasil sobre a origem da guerra à autonomia da mulher sobre seu corpo e como o capitalismo controla a sexualidade feminina. Leia em: https://interc.pt/30PDo8J

Assista a entrevista completa no nosso canal do Youtube: https://youtu.be/bjwl2n3MRZ4

 

Imagens por Luiza Calagian

Maré protesta a morte de Marielle Franco

Agência Pavio especial para EL PAÍS

 

"Vão ter que saber que cada mulher preta que sai da favela de cabeça erguida, olhando para o alto, de punho cerrado, com ódio no olho, é Marielle Franco", dizia uma das vozes de luta ao microfone. Quatro dias após o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), a mobilização social nas ruas do país estava longe de ser silenciada.

Vídeo por Caio Castor e Luiza Calagian

LUIZA CALAGIAN

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São Paulo, Brasil
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